Subutilização atinge 28,5 milhões de pessoas, um novo recorde

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O número de pessoas subutilizadas não para de crescer. Segundo dados divulgados nesta sexta, dia 28, pelo IBGE, a subutilização de mão de obra atingiu 28,5 milhões no trimestre encerrado em maio, um novo recorde.
Já a taxa de desemprego se manteve praticamente estável em 12,3%, o que corresponde a 13 milhões de desempregados. Para o IBGE, o desemprego só não é maior devido ao aumento do trabalho informal e da subocupação, que subiu de 24,6%, no trimestre imediatamente anterior, para 25% no trimestre encerrado em maio.
A taxa de subocupação é preocupante pois significa que 1 um cada 4 brasileiros em condições de trabalhar está desempregado, trabalha menos horas do que gostaria, desistiu de procurar emprego por desalento ou não está trabalhando por motivos diversos embora tivesse vontade de estar no mercado de trabalho. O número de desalentados, ou seja, aqueles que desistiram de procurar emprego, chega a 4,9 milhões de pessoas.
Já a renda do trabalhador caiu 1,5% na comparação com o trimestre imediatamente anterior, chegando a R$ 2.289,00 no trimestre encerrado em maio.
 

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